Sobre a Voz do Terreiro
A Voz do Terreiro nasceu de uma constatação simples: muita coisa importante acontece nas esquinas, nas praças e nas salas de aula sem nunca chegar às manchetes. Feiras de bairro, mutirões de limpeza, bibliotecas improvisadas — são histórias contadas de boca em boca, mas raramente registradas com o cuidado que merecem.
Em 2024, um grupo de moradores da zona sul de São Paulo começou a enviar relatos por e-mail para vizinhos. O boletim informal cresceu quando professores, artesãos e líderes comunitários pediram espaço fixo para publicar suas agendas. Em 2025, o projeto ganhou domínio próprio e passou a se chamar Voz do Terreiro — uma referência ao terreiro como lugar de encontro, não ao sentido religioso específico, mas à ideia de espaço coletivo onde a cidade se constrói.
O que publicamos
Cobrimos eventos culturais de proximidade, ações comunitárias, iniciativas educacionais e debates de bairro. Não fazemos cobertura de celebridades nem reproduzimos releases de assessoria sem verificação. Cada texto passa por revisão editorial, mas preservamos a voz de quem viveu o fato.
Nossas reportagens recentes incluem a feira de artesanato da Praça da Sé, o mutirão de limpeza no Grajaú e a biblioteca comunitária de sábado em escola municipal — exemplos do tipo de história que buscamos todos os dias.
Quem faz
A redação é formada por jornalistas freelancers e colaboradores locais. Marina Costa cobre cultura e patrimônio de feiras; mora no centro e frequenta a Praça da Sé desde criança. Rafael Mendes escreve sobre mobilização comunitária e meio ambiente urbano; é do Grajaú e participa da associação de moradores citada em nossas reportagens.
Não temos sede física. Trabalhamos de bibliotecas, praças e cozinhas de casa — como boa parte dos nossos leitores.
Como nos apoiar
O jornal é gratuito e sem paywall. Aceitamos contribuições voluntárias de leitores e parcerias com associações de bairro para divulgação de agenda cultural. Não vendemos espaço editorial. Para pautas, sugestões ou parcerias, escreva para [email protected] ou use o formulário de contato.
Para entender como selecionamos e editamos conteúdo, leia nossa política editorial.
Transparência
Publicamos correções com a mesma visibilidade das reportagens originais. Não apagamos textos sem registro, salvo exigência legal. Nosso site não exibe anúncios programáticos nem pop-ups de assinatura. A experiência de leitura foi pensada para quem abre o jornal no celular, no ponto de ônibus, entre um compromisso e outro — por isso evitamos vídeos em autoplay e páginas que travam a rolagem.
A Voz do Terreiro é um projeto em construção. Erramos, aprendemos e agradecemos quando leitores apontam lacunas. Esse diálogo é parte do que significa ser jornal de comunidade, não apenas jornal sobre comunidade.